A
Síndrome do Pânico faz parte de um Transtorno de
Ansiedade, caracterizado pelo distúrbio dos
neurotransmissores serotonina e noradrenalina,
desencadeando ataques de ansiedade e nervosismo.
O transtorno do Pânico já é
considerado um problema sério de saúde que
atinge boa parte da população mundial,
acometendo pessoas de ambos os sexos, de
qualquer classe social, ou profissão.
O ataque típico de Pânico tem um
início súbito e aumenta rapidamente, atingindo
um pico em geral em 10 minutos acompanhados por
um sentimento de perigo e um anseio por escapar.
A crise pode durar mais de duas horas.
A maioria das pessoas que tem
uma crise terá outras (se não tratar). Quando
alguém tem crises repetidas ou sente muita
ansiedade, com medo de ter outra crise, diz-se
que tem transtorno do pânico.
Crises repetitivas podem gerar
complicações como:
1. Agorafobia: Medo de estar em
lugares ou situações nas quais seja difícil
sair, ou que não haja ajuda disponível na
hipótese de ocorrer um ataque. EX: sair só,
viajar de ônibus ou avião.
2. Dores provenientes da tensão
muscular (a pessoa fica sempre em alerta
esperando uma nova crise.
3. Ansiedade de Antecipação da
Crise: A pessoa associa a crise aos locais onde
as teve, criando um certo condicionamento,
podendo desencadear uma nova crise de pânico
quando se confronta com a situação.
4. Fobias: Associadas direta ou
indiretamente às situações de crise. Como a
crise de pânico não escolhe lugar nem hora, a
tendência é ir ampliando progressivamente as
fobias ou a temer praticamente tudo.
5. Depressão: Pacientes com
pânico e suas complicações podem desenvolver
depressão. Essa depressão é secundária e
desaparece quando a pessoa melhora do pânico.
Há 13 sintomas físicos. A
ocorrência simultânea de quatro sintomas dentre
os descritos, podem demonstrar a existência da
crise do pânico. Mas é importante descartar
outras doenças que apresentam tais sintomas. São
eles: Palpitações, Sudorese, Tremores ou abalos,
Sensações de falta de ar ou sufocamento,
Sensação de asfixia, Dor ou desconforto toráxico,
Náusea ou desconforto abdominal, Tontura ou
vertigem, Sensação de falta de realidade, Medo
de perder o controle ou de enlouquecer, Medo de
morrer, Formigamentos e Calafrios.
Além do tratamento médico,
também é importante o tratamento psicoterápico,
para ajudar a conhecer e a lidar de forma mais
eficiente com a situação de pânico. Nós
utilizamos algumas outras técnicas que auxiliam
no tratamento do pânico, como: Relaxamento,
Hipnose, Reiki, Aromaterapia, Terapia Floral,
Fitoterapia e Acupuntura Auricular.